Importações do PAG — DAS pagos
Para que serve este arquivo. É a lista dos pagamentos do Simples Nacional que a rede bancária já recebeu: quanto entrou, em que dia e por qual banco e agência o dinheiro passou antes de chegar ao município.
É o arquivo que fecha a pergunta do PGDAS-D
O PGDAS-D diz o que a empresa declarou e quanto de ISS é do município. Este diz o que foi recolhido. O elo entre os dois é o número do DAS, de 17 posições: é ele que responde se a guia declarada foi paga.
Não traz CNPJ nem município
As linhas trazem identificação do pagamento e valores — não o contribuinte nem a cidade. Deduzir o município pelo banco ou pela agência atribuiria arrecadação à cidade errada, que é o pior erro possível num arquivo de recolhimento. De quem é cada DAS se descobre na conciliação com a declaração, não aqui.
sem contribuinte
Banco e agência são do recolhimento
Dizem por onde o dinheiro entrou, não onde o contribuinte tem conta. O nome do banco não vem no arquivo: é resolvido pelo código COMPE e fica em branco quando o código não está no catálogo — nunca um nome deduzido.
Duas versões de leiaute
A v1 tem sete campos por linha; a v2 tem nove, e só ela traz o sequencial. Onde a tela mostra traço num arquivo v1, é ausência do campo naquele leiaute — não valor vazio. A versão lida aparece na aba Resumo.
O valor é somado em centavos, nunca em ponto flutuante, e conferido contra o total que o próprio rodapé do arquivo declara — uma comparação que só fecha em aritmética exata. Cada coluna da ficha tem uma interrogação que diz de onde o dado vem e para que serve.